Investigação

Acreditação do Centro de Investigação em Ciência Política, Relações Internacionais e Segurança (CICPRIS)

O CICPRIS e a Investigação:

I.

O CICPRIS está dotado de:

  • Estatutos (aqui);
  • 48 Investigadores, incluídos investigadores não doutorados (ver aqui);
  • Destes investigadores, 17 cumprem os critérios de elegibilidade da FCT para efeitos de acreditação.
  • uma Direção e um Conselho Fiscal, eleitos em Assembleia Geral.
  • Coordenador, correspondendo ao Presidente da Direção, Prof. Doutor João de Almeida Santos.
  • um Conselho Científico, constituído pelos investigadores integrados.
  • um Conselho Consultivo Internacional (lista infra, integrando já os membros da Comissão Externa de Acompanhamento). Deste Conselho Consultivo Internacional faz parte um painel de avaliadores permanentes do CICPRIS (CEA) constituído pelos Professores Jesús Timoteo Álvarez, John Loughlin, Pierre Musso e Sarah Childs (proposto à FCT).
  • uma Revista – «ResPublica» (aqui), em nova série, a partir do número 9, incluído um Conselho Editorial Internacional – com 13 números publicados  (incluído um número temático sobre Maquiavel). Total em 2016: 13 números, em suporte digital e em papel. No prelo os números 14 e 15.
  • um «Site»/CICPRIS, na plataforma da ULHT.

II

Os membros estrangeiros do conselho consultivo que aceitaram integrar o conselho consultivo do CICPRIS e o conselho editorial da RESPUBLICA são os seguintes:

III

Estes Professores, membros do CICPRIS e do Conselho Editorial da “ResPublica”, são os nossos elos de ligação com as Universidades para:

  • preparar um doutoramento internacional, mediante a assinatura de protocolos com as respetivas Universidades;
  • desenvolver uma rede internacional de revistas científicas, em particular, ligadas às respetivas Universidades;
  • organizar eventos científicos internacionais;
  • Integrar o Conselho Consultivo Internacional e a Comissão Externa de Acompanhamento do CICPRIS;

IV

Programas de investigação (em fase de instalação e) a desenvolver (após 2020), incluídos as que já existem:

Estudos africanos e lusófonos com um “Observatório da África Lusófona”
Diretor Executivo: Prof. Doutor Fernando Campos
Religião e Sociedade
Diretor Executivo: Prof. Henrique Pinto
Observatório permanente da telepolítica e da política na Rede
Diretor Executivo: Prof. Doutor José Filipe Pinto
Relatório anual sobre a qualidade da democracia em Portugal
Diretor executivo: Prof. Doutor Diogo Pires Aurélio
Tendências evolutivas da integração europeia (político-institucional, económico-financeira, fiscal, de segurança)
Diretor Executivo: Prof. Doutor António Gameiro
Segurança: da segurança pública à segurança privada
Diretor Executivo: Prof. Doutor Sérgio Vieira da Silva (Diretor Executivo)
Estudos eleitorais
Diretor Executivo: Prof. Doutor Paulo Morais
Estudos gramscianos sobre a hegemonia (em cooperação com a Fundação Gramsci)
Diretor Executivo : Prof. Doutor João de Almeida Santos

V.

Para 2016-2018 (de 01.06.2016 a 31.05.2018) serão desenvolvidos, por dois Grupos de Investigação, dois grandes Programas, entretanto apresentados à FCT, no âmbito do Fundo de Reestruturação  do Centro de Investigação.

Grupo 1: Política e Segurança (48 investigadores).

Este programa integra dois subgrupos, um, sobre «mutações estruturais do fenómeno político na sociedade digital e em rede», na perspetiva da formação da vontade política, da participação e da comunicação – dos paradigmas mediático e organizacional da comunicação e da política aos paradigmas digital e em rede e de poder (político) diluído; estudo comparado de casos – os casos português e italiano, com uma incursão pelo caso chinês; o outro subgrupo, sobre Segurança – da segurança pública à segurança privada; estudo comparado da situação da segurança privada nas suas relações com a segurança pública na EU e nos USA: legislação, operadores, efetivos, áreas de intervenção, competências, formação, relações com as forças públicas – estudo de fundo sobre o Estado e a segurança em democracia.

Este programa, que decorrerá entre 2015 e 2020, tem como parceiros institucionais, por via da assinatura de protocolos para a investigação, a Fundação Instituto Gramsci , de Roma (protocolo já assinado) e a multinacional SECURITAS,SA, a segunda maior empresa mundial de segurança privada (protocolo assinado). Em curso, também, negociações com vista à assinatura de um protocolo de cooperação, em matéria de investigação científica, com o MAI.

O Projeto apresentado à FCT, para 24 meses, e que se encontra neste momento em apreciação,

a) será dedicado essencialmente ao estudo das relações entre Segurança Pública e Segurança Privada em 12 Países da União Europeia e nos USA, com conclusões de caráter teórico sobre os limites da intervenção da segurança privada;

b) será dedicado à análise de 15 Movimentos autárquicos Não Partidários (MNP) na ótica da observação analítica e crítica do sistema político, em particular do sistema de partidos português.

 

Área científica – «Ciência Política».

Grupo 2: «Estado e Integração Regional nos Países da CPLP» (17 investigadores).

A linha de investigação sobre «Estado e Integração Regional nos Países da CPLP» integra também dois subgrupos: um, sobre comunidades orgânicas e Estado em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique, envolvendo os respetivos sistemas políticos, a estrutura do Estado, sistemas de governo, sistemas de partidos, composição étnica das populações, sistemas comunitários, identidades e comunidades religiosas, sistemas de comunicação social instalados, componente urbana das sociedades, o papel das TIC na evolução destas sociedades – da economia à comunicação, aos sistemas políticos; o outro subgrupo, sobre as Comunidades Políticas Africanas de Integração Regional, na área da CPLP, sua relação com a União Europeia – modelos e novas dinâmicas -, a parceria especial de Cabo Verde com a EU e o papel da CPLP na nova ordem mundial emergente e na área do Atlântico Sul.

Esta investigação, que decorrerá entre 2015 e 2020, tem como parceiro institucional a CPLP com a qual já existe um quadro institucional de cooperação, formalizado em Protocolos com a COFAC, sendo a ULHT «Observador Consultivo» da CPLP. Conta também com o Observatório da África Lusófona, entidade já registada notarialmente e afeta ao Programa de Investigação “Estudos Africanos e Lusófonos”. É ainda instrumento deste Programa o protocolo estabelecido com a “Eurosondagem”, empresa portuguesa de sondagens e estudos de opinião. Esta linha de investigação já dispõe de uma Revista própria: «Africanologia: Revista Lusófona de Estudos Africanos» (on-paper e on–line), associada à Revista do CICPRIS «ResPublica».

Área Científica – «Ciência Política».